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A Cosan, maior empresa de açúcar e álcool do país, anunciou esta semana que está negociando com a Shell a formação de uma join-venture (contrato de parceria para desenvolver um projeto) no valor de US$ 12 bilhões. O objetivo da parceria é reunir operações de açúcar, etanol, distribuição de combustível e pesquisa de desenvolvimento.

De acordo com comunicado enviado ao mercado, a Cosan assinou um memorando de entendimento entre as empresas, que prevê negociações exclusivas por 180 dias. Se a joint-venture for formada, unirá os negócios da Cosan de açúcar e etanol, incluindo co-geração de energia, com ativos de distribuição e comercialização de combustíveis da Shell no Brasil, além da participação da petrolífera em empresas de pesquisa e desenvolvimento a partir da biomassa.

Os executivos das duas companhias afirmam que a parceria pode ser a porta de entrada da multinacional Shell no mercado de biocombustíveis. A join-venture deve criar uma nova empresa com faturamento de R$ 40 bilhões, que será uma das 15 maiores do país.

Na operação, a Cosan irá entrar com dois terços de seu patrimônio, que serão transferidos para uma nova empresa. A companhia deve ficar com 20% da geração de caixa da nova empresa, sendo 80% destinado à empresa que surgirá da parceria. A Cosan vai repassar para esta nova empresa uma dívida líquida de US$ 2,5 bilhões. Já a Shell fará investimento de US$ 1,62 bilhão ao longo de dois anos.

Investimento é válido para adequação às mudanças exigidas pela Resolução Conama

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), disponibiliza aos donos de postos, instaladores e profissionais do segmento uma linha de crédito que pode chegar a R$ 250 mil para a compra de equipamentos. A vantagem de financiar via BNDES são os juros baixos. A taxa média de juros usando o cartão, gira em torno de 1,13%, valor bem inferior à maior parte dos financiamentos disponíveis no mercado. O prazo mínimo para o financiamento é de três meses e o máximo de 36 meses.

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Empresas como a Zeppini aceitam esta modalidade de pagamento, que é uma das formas mais acessíveis de se obter financiamento no mercado. Durante a Expo Postos 2009, por exemplo, um agente de crédito esteve disponível no estande da empresa para atender os interessados em adquirir o cartão BNDES.

Sobre a Resolução do Conama

As determinações da Resolução do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) que exigiram a instalação de equipamentos para melhorar a proteção contra danos ambientais, entraram em vigor no ano 2000. A partir desse ano, os revendedores de combustíveis tiveram que adequar as instalações com a compra de novos equipamentos. Além de tanques subterrâneas de paredes duplas, a lista de equipamentos exigidos nos postos modernos inclui: tubulação não-metálica; câmaras de contenção sob as unidades de abastecimento e de filtragem; flanges de vedação; tubos flexíveis metálicos; dispositivos para descarga selada; válvulas antitransbordamento; válvulas de esfera flutuante; válvulas de segurança para mangueira, entre outros itens.

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Desde o começo do século os revendedores de combustíveis brasileiros já investiram cerca de R$ 5,25 bilhões apenas em prevenção de danos ambientais em postos de serviços. Apesar do elevado valor investido, a expectativa é de que os investimentos sejam muito maiores nos próximos anos. Até 2008, cerca de 45% dos postos existentes no início de 2001 passaram pelo processo de adequação ambiental e cerca de 16 mil postos ainda devem reformar suas instalações.

A partir do dia 01 de fevereiro o governo irá reduzir de 25% para 20% a concentração de álcool na mistura de gasolina. Com a medida, que será válida por 90 dias, o governo estima uma economia de 100 milhões de litros de álcool por mês.

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O objetivo do governo é aumentar a oferta de etanol no mercado interno, que tem sido prejudicada pelas fortes chuvas no país. O setor energético afirma que a medida não deve gerar maior elevação dos preços, mas pode servir como freio aos reajustes do combustível.

Nos últimos meses, o preço do álcool combustível tem ficado cada vez mais elevado, isso por conta das tempestades que têm atingido o país e que comprometem a colheita da cana-de-açúcar.

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) determinou, no final do ano passado, que todos os postos de combustíveis do País passem a exibir o nome etanol em vez de álcool em placas visíveis para o consumidor. O prazo para alteração é de 270 dias (nove meses), mas muitos donos de postos já estão fazendo a substituição.

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A nova medida vale para o etanol hidratado, que é utilizado no abastecimento dos veículos flex ou nos movidos exclusivamente pelo combustível. O etanol hidratado é diferente do anidro, que é misturado em 25% à gasolina e não é vendido em bombas.

De acordo com o novo texto, os revendedores varejistas de combustíveis ficam obrigados a fixar nas bombas de Álcool Etílico Hidratado Combustível (AEHC), um adesivo com logotipo da ANP, com os seguintes dizeres em letras vermelhas (fonte Arial tamonho 42) em fundo branco: “Consumidor, este etanol combustível somente poderá ser comercializado se estiver límpido e incolor. Denúncias: 0800-900-267″.

A resolução para alterar o nome ácool para etanol atende um pedido antigo dos usineiros, levado à ANP pela União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica). A entidade, que representa usinas e destilarias do Centro-Sul do País, alegou que o nome álcool nas bombas era relacionado com o álcool consumido em bebidas alcoólicas.

A energia solar fotovoltaica é a forma de energia renovável que mais cresce em nível mundial, com taxas de 60% a 80% ao ano. Mas, no Brasil, não há indústrias com tecnologia comercial para a produção de módulos que façam a conversão. Em 2009, no entanto, essa realidade começa a mudar com diversas iniciativas que incentivam a produção e geração de energia solar fotovoltaica.

O País tem alta incidência de sol o ano inteiro, principalmente nas regiões litorâneas, no Centro Oeste, Sudeste e Norte do Brasil. Apesar disso apresenta defasagem de décadas em relação às nações desenvolvidas, de modo especial, a Alemanha, onde a energia solar conseguiu desenvolver tecnologias sofisticadas e realizar experiências aproveitáveis como modelo. Esse atraso se deve a dois fatores: a falta de equipamentos geradores de energia e de mercado consumidor para aproveitá-la.

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No Brasil a única experiência em termos de energia solar é o aquecimento de água, amplamente empregado em residências, hotéis, edifícios comerciais e industriais. No entanto, a energia solar fotovoltaica, que converte o calor do sol em energia elétrica, ainda carece de incentivos.

Iniciativas de pesquisadores e empresas mostram que esse cenário deve mudar nos próximos anos. No Rio Grande do Sul, dois professores da PUC querem incentivar a construção da primeira indústria de painéis fotovoltaicos na América Latina. Eles entregaram na ultima semana, 200 módulos fotovoltaicos com a mesma eficiência de concorrentes internacionais, mas a custos inferiores, aos financiadores da sua planta piloto.

No Brasil, poucas empresas como a Zeppini oferecem projetos para geração de energia solar fotovoltaica. Desde o final de 2008 a divisão Energia Z faz projetos completos de instalação, cálculo de demanda e assistência técnica para geração de energia elétrica fotovoltaica. O nível de procura por esta tecnologia é crescente, mas para baratear seus custos e tornar a aplicação mais viável, faltam incentivos. No caso dos painéis, que hoje são importados, uma empresa nacional poderia produzi-los no país, o que tornaria sua aplicação mais comum em edificações e residências.


Estádios brasileiros podem ter energia solar com painéis na cobertura

A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), em parceria com a Agência de Cooperação Técnica Alemã (GTZ), estudam a viabilidade técnica de implantação de uma usina solar fotovoltaica no Estádio do Mineirão para a Copa do Mundo de 2014, aproveitando a cobertura do estádio. As duas empresas assinaram este ano, um memorando de entendimento para aprofundar e ampliar a cooperação técnica, científica e tecnológica, visando a montagem, operação e manutenção de centrais de geração de energia solar conectadas à rede de distribuição.

Outro estádio que deve ter a tecnologia implementada é o Estádio Metropolitano de Pituaçu, localizado em Salvador. A Coelba (Grupo Neoenergia) pretende transformar o estádio no primeiro da América Latina com suprimento de energia solar fotovoltaico. O projeto será viabilizado pelo Programa de Eficiência Energética da distribuidora de energia elétrica, aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), e também contará com apoio do Governo da Bahia.

Universidades de Portugal dão exemplo de energia limpa

A Universidade de Aveiro instalou 920 painéis solares fotovoltaicos em dois edifícios do campus. Os trabalhos de instalação tiveram início em setembro deste ano e envolveram a preparação e o reforço das coberturas dos edifícios e o desenvolvimento e implantação de estruturas metálicas, específica e devidamente dimensionadas para a instalação dos painéis. Os investimentos para a viabilização do projeto foram de cerca de 700 mil euros.

Outras universidades portuguesas também estão engajadas no projeto de geração de energia limpa. È o caso da Universidade Minho e da Nova de Lisboa. Ambas estão desenvolvendo um projeto de construção de painéis com capacidade de produção de energia fotovoltaica, que deve ser concluído em 2011.

LG vai produzir módulos fotovoltaicos

A LG Electronics informou que vai começar a produção comercial de células e módulos fotovoltaicos no próximo mês em um momento em que energia limpa surge como novo motor de crescimento para muitas empresas de tecnologia. A linha de produção da LG é capaz de produzir 520 mil módulos de energia solar de silício por ano, um volume capaz de produzir eletricidade suficiente para alimentar 40 mil casas por ano.

A LG divulgou que planeja montar outra linha de produção até 2011. O investimento total nas duas linhas deve chegar a quase 200 milhões de dólares. Segundo a empresa, o mercado global para células fotovoltaicas deve movimentar US$ 11 bilhões em 2010.

A montadora japonesa Mitsubishi desenvolveu no Japão um sistema inovador de recarga automática das baterias de veículos elétricos nos locais de estacionamento. Como no Japão a maioria dos estacionamentos são verticais e os carros ficam em prateleiras dispostas em várias andares, o carro só precisará ser colocado sobre a plataforma para que a recarga comece automaticamente.

O novo sistema irá permitir que equipamentos fotovoltaicos posicionados no teto dos prédios de estacionamento contribuam para a recarga das baterias, diminuindo a dependência da rede elétrica convencional. Dessa forma, será mais fácil aproveitar a energia solar, mesmo em estacionamentos fechados, comuns no Japão por conta da falta de espaço – em geral, as ruas são estreitas e cercadas de prédios altos.

Segundo a Mitsubishi, a nova tecnologia também irá contribuir para a popularização dos veículos puramente elétricos ou dos híbridos recarregáveis, conhecidos como plug in, por facilitar a vida dos consumidores.

Zeppini dispõe de tecnologia fotovoltaica

No Brasil, a geração de energia solar fotovoltaica já é realidade desde setembro de 2008, quando o Grupo Zeppini apresentou a “Energia Z”, nova divisão de negócios dedicada aos projetos de energia solar. A tecnologia é baseada nos painéis fotovoltaicos, que convertem a energia solar diretamente de seus painéis, para a rede elétrica, disponível para consumo imediato. Ao lançar a Energia Z, a Zeppini também iniciou a operação de sua própria cobertura de painéis que convertem a luz em energia solar, que abastece equipamentos elétricos e iluminação do seu edifício de escritórios.

Instalação na sede da Zeppini
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A mesma cobertura de painéis existe em um Eletroposto, instalado na frente do prédio da Zeppini, que serve para abastecer veículos do tipo plug in, movidos a eletricidade.

No futuro, edifícios, residências, postos de serviço, galpões e pontos públicos poderão servir como “posto de abastecimento” para veículos elétricos, a exemplo do que já acontece de forma experimental em alguns países da Europa e que a Mitsubishi apresenta agora, no Japão.

No último sábado, 12 de dezembro, o Grupo Zeppini realizou sua confraternização de fim ano, com os cerca de 300 funcionários que atuam na Fundição Estrela, Zeppini e Motor Z, junto com seus familiares, amigos e prestadores de serviço.

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O encontro foi realizado na Maison Estância Eldorado, em Diadema, e teve diversas atrações especiais como o tradicional campeonato de futebol, churrasco, Buffet com saladas e frutas, playground, piscina, música animada, salão de jogos, mágico e recreação infantil.

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O local da festa tinha toda a estrutura para receber os participantes da Festa. Na casa principal, que tem o estilo de uma residência colonial, tinha área interna para o Buffet e dois grandes salões para refeições, onde colaboradores, amigos e familiares puderam conversar e relaxar.

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O espaço externo tinha uma grande piscina, que foi a alegria das crianças durante a festa. O campo de futebol gramado recebeu os atletas que mostraram o talento com a bola e a disputa acirrada pela taça.

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No parque, as crianças brincavam com os monitores e também seus pais, em um clima de integração e muita diversão. Já os adultos estavam atentos aos jogos de futebol ou tentavam descobrir o segredo do mágico que mostrava o truque das cordas. No Salão de jogos, o futebol provou que é o esporte preferido da turma, mesmo que seja no pebolim.

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O Grupo Zeppini agradece a participação de todos e deseja um Feliz Natal repleto de felicidades, e um 2010 cheio de realizações!

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Pesquisadores da PUC-RS criaram os 200 primeiros módulos fotovoltaicos nacionais e agora pretendem construir uma pequena fábrica do produto. Confira.

Disparada do preço do combustível vegetal assusta os consumidores, que voltam para o derivado de petróleo

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O preço do álcool combustível tem disparado em vários estados do país, fazendo muitos consumidores optarem por abastecer seus carros flex com gasolina. Com essa crescente alta, causada principalmente pelo aumento das chuvas que atrapalharam as colheitas e os resultados da cana obtida, o álcool combustível está competitivo em apenas 5 dos 26 estados mais o Distrito Federal. A vantagem é calculada considerando que o motor a álcool gasta 30% a mais de combustível do que a versão a gasolina.

Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), o etanol permanece vantajoso nos estados de Goiás, Mato Grosso, Paraná, São Paulo e Tocantins. Já a gasolina está mais competitiva em 20 estados. Em Pernambuco e Rondônia, o uso de etanol ou gasolina nos tanques dos veículos é indiferente.

Na última semana de novembro, o preço mínimo registrado para o álcool foi de R$ 1,29 por litro no Estado de São Paulo. O preço máximo foi de R$ 2,99 no Acre. Na média de preços, o menor foi o de Mato Grosso, a R$ 1,457 por litro e o maior preço médio foi registrado no Amapá, a R$ 2,185 por litro.

Na cidade de Uberaba, em Minas Gerais, abastecer com álcool tem se tornado inviável aos consumidores. A gasolina está custando, em média, R$ 2,59, enquanto o álcool custa R$ 1,89. O etanol em Uberaba é um dos mais caros na região, já que o ICMS é maior que em São Paulo e outros estados.

A Zeppini realizou na semana passada, durantes os dias 16 a 18, o “Treinamento teórico e prático de equipamentos subterrâneos para postos de serviços”, em Manila e Cebu, nas Filipinas. O evento reuniu cerca de 120 profissionais de três países: China, Tailândia e Filipinas.

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Durante os três dias de treinamento, os palestrantes Carlos Partênio, do Departamento Técnico da Zeppini e Marcello Cyrino, Gerente Comercial, apresentaram os produtos da Zeppini e todos os sistemas subterrâneos da instalação de um posto de combustível.

Na parte teórica, os palestrantes falaram sobre o funcionamento das instalações subterrâneas e as melhores formas de instalação e manutenção desses equipamentos. Já na parte prática, a primeira deste tipo realizada na região, os instaladores das companhias de petróleo fizeram a montagem dos equipamentos no próprio local do treinamento. O modelo de treinamento prático foi desenvolvido pela própria Zeppini, que em 2007 inaugurou um Campo de Provas em sua sede, em São Bernardo do Campo, e já treinou centenas de instaladores.

Ao longo do evento, a Zeppini também realizou reuniões com equipes de engenharia das companhias de petróleo participantes para esclarecer dúvidas conceituais a respeito dos produtos.

Diante das pressões pela redução das emissões de gases pelo tráfego aéreo, responsável por 2% de todos os gases de efeito estufa liberados na atmosfera, as companhias aéreas estão buscando alternativas para desenvolver um combustível sustentável.

Duas empresas aéreas, a Azul e a Embraer, já anunciaram que vão realizar, no início de 2012, o primeiro voo experimental – sem passageiros – com o uso de um querosene obtido da cana-de-açúcar. A Azul aceitou testar, em um dos seus jatos Embraer, o bioquerosene, que está sendo desenvolvido pela multinacional de biotecnologia Amyris.

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O vice-presidente operacional da Azul, Miguel Dau, afirmou que ele mesmo vai pilotar o jato Embraer que será empregado no voo experimental. Para Dau, além de atender à necessidade de reduzir emissões, a diversificação da matriz energética da aviação reduz a insegurança em relação à flutuação da cotação internacional do petróleo, já que as companhias têm entre 30 e 40% do seu custo no combustível.

Se o teste der certo, o querosene de origem renovável poderá começar a ser produzido em escala industrial em 2013, como uma alternativa ao de origem fóssil, responsável pela alta carga de emissões de CO2 da aviação.

A busca pela sustentabilidade na aviação já tem mobilizado outras companhias aéreas. Esta semana, a Gol também anunciou sua entrada em um projeto de pesquisa de biocombustível para aviões – o Sustainable Aviation Fuel Users Group (Safug), o grupo de usuários de combustível de aviação sustentável, em português. O programa reúne empresas aéreas e provedores de tecnologia, com o objetivo de acelerar o desenvolvimento de novas fontes sustentáveis de combustível para aviação, alcançando seu uso comercial.

A Zeppini participou pela segunda vez da PEI, um dos maiores eventos do segmento de equipamentos para postos de serviços, realizado no final de outubro em Las Vegas, nos Estados Unidos. A PEI 2009 (sigla para Petroleum Equipment Institute) foi realizada entre os dias 21 e 23 de outubro, e reuniu mais de 1.500 empresas expositoras de cerca de 80 países.

A Zeppini esteve presente com um estande no corredor principal da feira, onde expôs sua tradicional linha de equipamentos e acessórios para postos de serviços. A equipe da Zeppini esteve representada por Paulo Rogério Fernandez, diretor executivo, Marcelo Cyrino, gerente comercial e Fernando Serrano da equipe de comércio exterior.

Ao final do evento toda a equipe demonstrou satisfação com os resultados gerados, o movimento no estande foi intenso durante os 3 dias, que inclusive foram poucos para atender todos os interessados.

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Equipamentos e acessórios Zeppini na PEI 2009

Durante os três dias de feira, a Zeppini apresentou alguns lançamentos para o segmento de postos de serviços. Um dos destaques foi a Caixa Separadora de Água e Óleo ZP-1000, desenvolvida para combater os problemas ambientais causados pelo despejo incorreto de água misturada ao óleo diretamente no solo. O principal interesse que a ZP-1000 despertou foi que ela não é aplicável apenas em postos de serviços, mas também garagens de ônibus, oficinas, e diversos outros segmentos.

Outras novidades foram apresentadas no estande da Zeppini. Os visitantes tiveram a oportunidade de conhecer de perto a Válvula de Pressão e Vácuo e a Válvula Anti-Transbordamento, que passaram a ser totalmente fabricadas pela Zeppini após a aquisição dos ativos da Joape no início de 2009.

Além da PEI, a Zeppini expõe seus produtos em outros eventos do segmento de petróleo como a ExpoPostos & Conveniências, Expopetro, Circuito Minas Petro, e também eventos regionais por todo o país. Entre os grandes eventos internacionais a Zeppini está presente na PEI (EUA) e Automechanika (Alemanha).

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Mais um website internacional destacou um dos lançamento da Zeppini na PEI 2009.

A Caixa Separadora de Água e Óleo Zp-1000 agora ganhou destaque no PetrolWorld.com, outro grande website internacional relacionado ao segmento de petróleo.

Semana passada alguns lançamentos da Zeppini na PEI 2009 já tinham sido relacionados entre as grandes novidades da feira pelo website www.petrolplaza.com.

Dessa vez a PetrolWorld além de destacar o lançamento da Zeppini, detalhou como ocorre o processo de separação da água e óleo.

Confira a matéria completa em:
http://www.petrolworld.com/latin-america-headlines/brazil-new-oil-water-separator-from-zeppini.html

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Alguns lançamentos da Zeppini ganharam destaque no PetrolPlaza.com.

O website mundialmente reconhecido por trazer ao público notícias relacionadas a equipamentos para postos de serviços (www.petrolplaza.com), destacou algumas novidades apresentadas pela Zeppini na PEI 2009, evento internacional realizado em Las Vegas entre dias 21 e 23 de outubro.

Entre os diversos lançamentos apresentados pela Zeppini, o website escolheu dois principais destaques, a Válvula de Pressão e Vácuo – Steam Keep e a Caixa Separadora de Água e Óleo Zp-1000, com capacidade de vazão de 1000 litros / hora

Confira a matéria completa da PetroPlaza em:
http://petrolplaza.net/nacsshow09/index_frame.php?id=20

Aproveite e confira as primeiras fotos do estande da Zeppini na PEI 2009 em:
http://www.flickr.com/photos/zeppini/sets/72157622694172446/

A equipe da Zeppini que esteve presente na PEI 2009 esta de volta, e trouxe com ela diversas novidades.

Nessa semana iremos disponibilizar através de nossas redes sociais o resumo de tudo que aconteceu nesses 3 dias de PEI, novidades que foram apresentadas para o mercado, fotos da exposição, bem como o parecer de nossa equipe sobre aspectos gerais do evento.

Não perca, essa semana cobertura completa da PEI, nas “Redes Sociais Zeppini”.

Do Valor Online

O setor de petróleo e os negócios ligados ao pré-sal, em particular, prometem ser uma mina de ouro para as seguradoras. A Shell acaba de fechar um mega-apólice de US$ 1,5 bilhão para a cobertura de toda a sua produção e extração do produto no país, em terra e no mar. No setor, o contrato só perde para a Petrobras, dona hoje do maior seguro do Brasil.

O contrato protege todos os blocos de produção da petroleira holandesa no país, como os da Bacia de Campos, de Santos e do Espírito Santo. Também inclui um navio plataforma e a distribuição de combustível para aviões em 50 aeroportos brasileiros.

Para colocar a apólice na praça, a Shell fez há algumas semanas reuniões individuais com as principais seguradoras que atuam com grandes riscos para o setor de petróleo. A Allianz Seguros foi a vencedora.

O contrato será para o período 2009/2010 e cobre riscos patrimoniais e responsabilidade civil (danos causados a terceiros). Por questões contratuais, o valor do prêmio não foi revelado.

A própria seguradora cativa do grupo Shell, a Solen Versicherungen ficou com todo o resseguro (uma espécie de seguro do seguro, feito para diluir riscos). Na estratégia montada, a Solen, com sede na Suíça, primeiro retém todo o risco e depois repassa parte dele a um ” pool ” de resseguradoras no mercado. No setor de petróleo, há dois centros mundiais que concentram as resseguradoras que atuam no segmento, um em Londres e outro em Houston (EUA). Ângelo Colombo, diretor de grandes riscos da Allianz, avalia que a própria apólice da Shell é um indício dos negócios bilionários que virão por aí. ” Pela primeira vez, os contratos de resseguro do setor estão sendo traduzidos para o português. O Brasil não tinha experiência nenhuma na área. Mas como será um produtor de petróleo, isso está mudando ” , diz ele. A apólice da Shell foi toda desenhada por técnicos brasileiros. ” Isso era uma coisa impensável há alguns anos. ” A própria petroleira, prevendo mais negócios no futuro, resolveu trazer sua resseguradora ao país. Segundo uma fonte do setor, vai pedir licença à Superintendência de Seguros Privados (Susep) que a Solen opere localmente.

Geração de eletricidade a partir dos gases emitidos pelos aterros sanitários pode ser solução para resíduos

A geração de energia a partir do lixo começa a dar os primeiros passos para deixar de ser um sonho de ambientalistas e se tornar realidade nacional. Cidades como Niterói, Rio de Janeiro e Belo Horizonte devem ser as próximas (depois de São Paulo, que já possui duas centrais deste tipo) a instalarem usinas em seus aterros sanitários para produzir eletricidade com os gases emitidos pelo lixo. E, de lambuja, os locais ainda irão acabar com o excesso de lixo. “Por enquanto, temos um projeto a nível nacional, mas acredito que a projeção deste assunto será cada vez maior no mundo”, avalia Alexandre Chaves, consultor de negócios que há alguns meses está oferecendo projetos deste tipo aos municípios brasileiros.

Chaves explica que foi procurado por um grupo de cientistas e acadêmicos que desenvolveu o projeto de tratamento do lixo. Segundo ele, a ideia engloba a geração de energia a partir dos gases do lixo por meio de uma usina instalada sobre o aterro, a produção de biocombustíveis com os restos orgânicos e a formação de uma espécie de madeira com o uso de sacos plásticos e similares. “É uma ideia bastante completa que demandará investimentos de R$ 50 milhões”, afirma. O consultor garante que o projeto é muito bem recebido nas prefeituras, porém, para ser instalado, é preciso encontrar investidores.

“O interessado em aportar nesta ideia terá como garantia da prefeitura o fornecimento da matéria-prima, que é o lixo, e poderá instalar o maquinário dentro do aterro”, completa.

Fonte: Brasil Econômico

No próximo dia 25 de novembro acontece o primeiro leilão específico para a venda de energia eólica. A notícia está movimentando o setor elétrico, mas também gerando uma preocupação: pode faltar mão de obra qualificada e até mesmo equipamentos para atender o crescimento rápido da demanda nacional.

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) possuiu 441 projetos, ou 13.341 megawatts, de centrais eólicas inscritos como interessados em participar da licitação. O montante é 20 vezes maior do que há instalado no Brasil hoje, o que preocupa os especialistas, já que há 36 usinas eólicas em funcionamento no País.

Outro problema apontado, além da falta de mão de obra, é uma possível escassez de turbinas eólicas. “Não há oferta brasileira de turbinas eólicas para atender sequer um pequeno crescimento de pedidos”, afirma o pesquisador de fontes renováveis do Setor Elétrico (Gesel) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Guilherme Dantas. O pesquisador diz que o governo precisa estimular a instalação de novas unidades produtivas do equipamento. Segundo ele, o setor precisa de planejamento e política contínua, como a realização de leilões anuais, para poder deslanchar no Brasil.

Com informações do Brasil Econômico

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Como informamos em nosso último post, entre dias 21 e 23 de outubro a Zeppini vai participar de um dos maiores eventos do segmento de petróleo do mundo, a PEI 2009.

Esse ano o evento vai ser realizado em Las Vegas, onde 528 empresas do setor vão ocupar aproximadamente 57.000 metros quadrados do “Las Vegas Convention Center”.

Além da área de exposição, o evento conta com 14 palestrantes (entre eles Bill Clinton, que ira dar a palestra de encerramento do evento) e workshops que irão abordar temas diversos que vão desde o avanço do etanol no mercado e suas conseqüências, até considerações sobre a como o mercado foi afetado pela crise mundial e sugestões de como superá-la.

Fique atento a nossas redes sociais, onde iremos falar sobre as novidades que a Zeppini preparou para o evento e faremos a cobertura completa da 58ª edição da PEI.

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Entre dias 21 e 23 de outubro, a Zeppini estará presente em um dos maiores eventos do segmento de petróleo do mundo, a PEI 2009 que será realizada esse ano em Las Vegas, onde estarão presentes grandes empresas com atividades relacionadas a produção, distribuição e tecnologia de equipamentos para o segmento de postos de serviços.

O evento começou a ser realizado no ano de 1951, ano de fundação da Petroleum Equipament Institute (PEI), que em seu início tinha o objetivo de aproximar empresas com qualquer tipo de relação com mercado de petróleo nos Estados Unidos.

Já em 2001, com associados em diversas partes do mundo, a PEI fechou uma aliança estratégica com a NACS (National Association of Convenience Stores), e em 2002 as duas associações passaram a organizar em conjunto o “NACS Show”.

Em 2009 a exposição chega a sua 7ª edição organizada pelas duas associações em parceria, e além de contar com diversas empresas com atividades que variam da comercialização de equipamentos para o ponto de abastecimento até a distribuição de maquinário para lojas de conveniência, conta também com workshops e palestras com temas diversos relacionados ao setor.

E fique ligado em nossas redes sociais para saber mais sobre a PEI 2009, sobre a presença da Zeppini nesse evento e acompanhar em tempo real a cobertura do que estiver acontecendo em Las Vegas.

Na última semana, o Eletroposto da Energia Z “divisão de negócios da Zeppini”, que fica em frente a sede da empresa, em São Bernardo do Campo, recebeu um ilustre visitante. O carro elétrico Reva i, o primeiro veículo de quatro rodas elétrico a ser comercializado no país, foi abastecido com a energia obtida por fonte solar, diretamente no Eletroposto. O local oferece recarga gratuita para veículos elétricos, híbridos ou do tipo plug in, como o Reva i.

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A cena que pode até parecer prosaica, mostra o grande potencial dos pontos de abastecimento públicos, como o Eletroposto da Energia Z, que teremos em um breve futuro, para abastecer veículos elétricos de todo o tipo. No Rio de Janeiro, por exemplo, funciona o primeiro Eletroposto privado instalado em um posto da BR Distribuidora, na Barra da Tijuca. No mesmo local, é feita a primeira recarga de todas as scooters produzidas pela Motor Z, vendidas por todo o país.

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O abastecimento é simples: basta conectar a tomada do veículo ao ponto de recarga e aguardar. Após receber a recarga de energia elétrica, o Reva i devidamente “abastecido”, continuou a percorrer o seu destino.

Confira com exclusividade as fotos no Flickr da Ambital.

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estande da Zeppini na Expo Postos 2009: público conheceu de perto as novidades

No primeiro dia da feira Expo Postos & Conveniência 2009, o diretor Executivo do Grupo Zeppini, Paulo Rogério Fernandez, fez uma breve conferência no estande e falou sobre os novos produtos, soluções e serviços que empresa oferece aos seus clientes.

O executivo falou sobre novas tecnologias para os postos de serviço e novidades que geram valores sustentáveis para os negócios em postos, oficinas, comércio e indústria em geral

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Entrada do estande durante a conferência do diretor Executivo do Grupo Zeppini

“A sociedade cobra de forma insistente uma nova postura das empresas e isso não nos permite apenas falar sobre novos produtos, mas sim que valor esses produtos geram para cada negócio”, disse o executivo ao público composto de revendedores, expositores, jornalistas especializados e visitantes da feira.

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Paulo Rogério Fernandez falou sobre a nova caixa separadora de água e óleo, a ZP1000, que trata de forma correta os resíduos oleosos. “Este produto é uma das soluções que a Zeppini lança nesta feira, e além da sua utilidade, agrega valores como o uso racional da água, a separação e correta destinação do óleo decorrente da nossa atividade econômica”, disse.

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sistema de tratamento de águas pluviais: economia e preservação da água

Outra novidade para o segmento é o sistema completo de captação de águas pluviais, que tem uso muito amplo. “Acreditamos nessas e outras soluções pois os postos podem e devem operar de forma sustentável e segura, que são valores que os consumidores já entendem como positivos”, afirmou Fernandez.


Zeppini na era da Web 2.0

Além destas novidades, o diretor Executivo do Grupo Zeppini reforçou o investimento da empresa na era da chamada “web 2.0”. Paulo Rogério explicou que com os novos canais de comunicação via twitter, flikr, youtube e os blogs corporativos, o acesso às informações da Zeppini ficará cada vez mais dinâmico e colaborativo. “Vamos reunir uma imensa rede de pessoas conectadas que discutem os rumos do nosso planeta, valores sustentáveis, equipamentos de postos, certificação LEED e soluções ambientais”, finalizou.

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Na abertura da Expo Postos & Conveniência 2009, o governador de São Paulo, José Serra, visitou o estande da Zeppini e conheceu o funcionamento do sistema Hydroz, que faz a captação e armazenamento das águas pluviais. A solução pode ser aplicada em postos de serviço, oficinas e construções em geral, e serve como recurso para economia de água e preservação dos recursos hídricos.

Carlos Zeppini, presidente da Zeppini, mostrou ao governador a solução desenvolvida pela Zeppini com tecnologia 100% nacional. O presidente da entidade acompanhou a visita de José Serra aos estandes da Expopostos e explicou como funciona o novo sistema: captação das águas pluviais, filtragem, desinfecção e distribuição da água de forma automática. Seu reuso pode ser aplicado na lavagem da pista, no caso do posto de abastecimento, na lavagem e limpeza de automóveis, descargas sanitárias etc.

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Hoje o Grupo Zeppini apresenta ao mercado uma forma inovadora de comunicação na era da web 2.0. A partir de agora estão oficialmente implantados seus novos canais de comunicação com clientes, revendedores, fornecedores, profissionais do segmento e toda a sociedade.

O Grupo Zeppini agora dispõe de perfil no twitter, canal de vídeos no youtube e perfil com fotos no flickr. Todo este conteúdo será atualizado sempre, pela equipe de comunicação da Zeppini, e podem ser acessados de qualquer lugar de forma interativa e colaborativa por texto, foto e vídeo.

Além disso, os blogs já estão conectados com estas novidades, e irão noticiar as novidades da Zeppini também em inglês.

A utilização dessas ferramentas de Comunicação têm como objetivo facilitar a troca de informações sobre sustentabilidade, produtos, promover o treinamento e a capacitação à distância, ampliar o alcance e a divulgação do Grupo Zeppini, além de reunir uma grande rede de pessoas interessadas em temas relacionados ao mercado de combustíveis, soluções em construções sustentáveis, certificação LEED e energia alternativa, entre outros temas, o que a empresa classifica como um grande espaço multiplicador que permite ampliar o relacionamento com o público em geral.

Além de uma estratégia específica para cada empresa, o Grupo Zeppini também inaugura a Ambital, um espaço do Grupo Zeppini para falar sobre “meio ambiente coisa e tal”. Nesse espaço sera possível encontrar dicas para tornar seu negócio sustentável, divulgação das últimas iniciativas das empresas do Grupo Zeppini bem como de qualquer informação sobre sustentabilidade, novas atitudes que precisamos tomar para garantir o nosso futuro e também das novas gerações.

Os links para acessar o perfil do Twitter, Flickr, Youtube e o Blog corporativo estão disponíveis no site das nossas empresas:

Zeppini: www.zeppini.com.br
Fundição Estrela: www.fundicaoestrela.com.br
MotorZ: www.motorz.com.br
HydroZ: www.hydroz.com.br

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Em 2009, a Zeppini comemora 25 anos e apresenta novidades durante a ExpoPostos & Conveniência.

A empresa irá apresentar novos produtos e soluções, bem como propostas inovadoras de comunicação com seus clientes, fornecedores e distribuidores.

Venha conhecê-las em nosso estande: amanhã a partir das 16h com um coquetel.

Aos jornalistas, pedimos a gentileza de confirmarem a presença no e-mail Zeppini@grupozeppini.com.br ou pelo telefone (11)4393-3600

A feira acontece entre os dias 16 e 18 de setembro, no Expo Center Norte, Pavilhão Amarelo, das 13h às 21h.

Confira aqui um mapa das imediacoes e saiba como chegar ao Expo Center Norte.

Novo produto usado no tratamento de efluentes atende demandas de postos de serviço, oficinas, estacionamentos e garagens
Empresa apresenta a ZP1000 durante a Expo Postos 2009, em São Paulo

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A Zeppini, empresa líder do mercado nacional de equipamentos para postos de combustíveis, lança a ZP1000, caixa separadora de resíduos oleosos, para aplicação em postos de serviço, oficinas, estacionamentos e garagens que manipulam óleo, combustível ou graxa. O produto já está homologado pelos órgãos ambientais.
De construção compacta, a nova caixa separadora evita que resíduos oleosos sejam jogados diretamente na rede de esgotos, o que dificulta o tratamento e a separação do material que contamina galerias pluviais, rios, córregos e nascentes, com grandes benefícios ambientais.

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A ZP1000 funciona em três etapas: na primeira, a retenção de resíduos minerais pesados como areia e pedra, que não foram filtrados antes de entrar na caixa, depois o fluxo segue para um elemento coalescente, que agrupa o resíduo oleoso que ficam na superfície da água, e por último o óleo é direcionado por reservatórios internos até um ponto onde fica armazenado, antes de ser descartado conforme a legislação vigente.

Segundo Paulo Rogério Fernandez, diretor Executivo do Grupo Zeppini, “Com o lançamento desse novo produto a empresa passa a oferecer Caixas Separadoras com vazões de até 5.000 litros por hora. A combinação entre os modelos e demais acessórios disponíveis na linha de produtos, formam sistemas aptos para atender as mais diversas aplicações”, explica.
Além da ZP1000, a Zeppini dispõe de sistemas de tratamento de efluentes para demandas de até cinco mil litros/hora, disponível em toda a rede de representantes e distribuidores.

Todos os produtos da Zeppini estarão expostos na maior feira do segmento, a Expo Postos & Conveniência 2009, que será realizada entre os dias 16 e 18 de setembro, no Pavilhão Amarelo do Expo Center Norte, em São Paulo.
A nova Caixa Separadora foi desenvolvida para combater os problemas ambientais causados pelo despejo incorreto de água poluída misturada ao óleo diretamente no solo ou na rede de águas pluviais.

Veículos elétricos diminuirão consumo de combustíveis fósseis

Seminário no Rio de Janeiro debateu impactos positivos dos veículos elétricos, a questão do abastecimento desses veículos e a organização da distribuição de energia.

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Com o passar dos anos, a frota de veículos elétricos será a maior responsável pela diminuição no consumo de combstíveis fósseis, foi o alerta do 1º Seminário Brasileiro Veículos Elétricos e Rede Elétrica – VER-2009. Os resultados foram apresentados por Pietro Erber, diretor do INEE.

“A recarga dos VEs poderá ser feita no período da noite, sem utilizar o horário de ponta e sem sobrecarregar a rede. A estimativa do consumo médio de um VE é de 3MWh/ano. Isso corresponde ao consumo de um aparelho de ar condicionado”, afirma Pietro.

Os resultados do seminário respondem a uma pergunta interessante: com o aumento da quantidade de motos e automóveis elétricos, não haverá sobrecarga e excessivo consumo de eletricidade? Não. A resposta está baseada no conceito de Smart Grid, que avalia a distribuição de eletricidade: “A Smart Grid caracteriza-se por utilizar tecnologias recentes para controle de sistemas em tempo real, eficiência energética e gerenciamento da demanda, geração renovável, solar ou eólica, em pequena escala, sensores, controladores e atuadores de última geração, armazenamento de energia e chaveamento eletrônico, tarifas inteligentes, uso otimizado, menores investimentos em longo prazo, redução de emissões, menor impacto ambiental”, disse Cyro Boccuzzi, presidente da ECOEE.

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Os especialistas também alertaram que a geração de energia alternativa, seja solar ou eólica, deve estar conectada com as redes tradicionais para possibilitar o crescimento desta nova demanda, formando uma rede inteligente de geração e distribuição, como já acontece em alguns países da Europa. Os postos de serviço, como parte importante dessa nova organização, também devem participar e fornecer energia eólica, tanto das concessionárias de energia, quanto de fontes limpas e oferecê-las aos clientes como já é feito no caso dos combustíveis de origem fóssil (GNV, diesel e gasolina) e vegetal, no caso do álcool.

Governo tem dever de incentivar

Porém, o crescimento exponencial da frota de veículos também depende de incentivos do governo. Esta foi a avaliação de Ângelo Vian, presidente da ABCE. Que comentou sobre a falta de ação do poder público com relação ao veículo elétrico.

Na opinião de especialistas, iniciativas como a criação de pontos públicos de recarga, oferta de energia elétrica em locais específicos para recarga, faixas exclusivas ou mesmo incentivos tributários para a compra de veículos, poderão promover tanto o desenvolvimento deste mercado quanto o desenvolvimento de técnicas mais eficientes de funcionamento, consumo de eletricidade e armazenamento de energia.

Há 40 anos era descoberta primeira reserva marítima de Petróleo em Sergipe.

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Houve um tempo em que quase todo o petróleo consumido no Brasil era importado. Com as diversas crises do Petróleo que sacudiram a economia nos anos de 1973, 1979, 1981 e assim sucessivamente, o preço da gasolina disparou e os brasileiros ficaram reféns das circunstâncias. O sonho de Vargas, que queria um Brasil líder ou pelo menos em posição de destaque no setor de energia, parecia muito distante.

A descoberta de novas reservas, portanto, ajudou o Brasil a passar da situação de comprador de terceiro mundo, para exportador de petróleo. Com a descoberta da chamada área do pré-sal, as reservas brasileiras estão estimadas em 14 bilhões de barris. Somente na área de Tupi, a empresa estima reservas entre cinco e oito bilhões de barris de petróleo. A primeira reserva no mar do Brasil foi descoberta há 40 anos, em Guaricema (Sergipe).

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Plataforma de Guaricema: quase 40 anos depois da descoberta

A partir de 2012, o Brasil também será autossuficiente na produção de derivados de petróleo, que hoje são todos importados. A matéria prima do ouro negro é enviada a outros países para produção de solventes, tintas, bases, combustíveis, plásticos e outros produtos.

Em 1969, a extração de petróleo era de 172 mil barris por dia. Hoje são retirados cerca de 1,95 milhão de barris por dia. O grande salto foi a descoberta da Bacia de Campos, em 1974 e em 1977 começava a produção. Na época, uma matéria da revista Veja destacou que a autossuficiente ainda estava distante. E estava mesmo. Nos anos 1980 vieram duas novas descobertas, com as reservas de Marlim e Roncador.

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Plataformas em alto mar ajudaram a desenvolver tecnologia de extração

Para melhorar ainda mais a produção, e também o refino, a Petrobrás tem anunciado constantes investimentos em tecnologia. Em 1969 a empresa investiu US$1,2 bilhão e em 2009 estão previstos US$ 28 bilhões. Ainda assim, boa parte desse recurso se deve a investimentos em novas fontes de energia como eletricidade obtida pela luz solar, pelos ventos e a empresa também tenha investido em combustíveis limpos.

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Getúlio Vargas e Lula: o mesmo gesto

Com o desenvolvimento de técnicas para extração e refino, o Brasil se torna referência em produção de petróleo no século XXI, com grandes riquezas naturais e meios para transformar as reservas em vantagens para a economia com a produção de combustíveis e seus derivados.

Quem se lembra dos postos fechados?

“Garanta o combustível do amanhã, respeite os 80”. Com essa simpática frase, cheia de conotações, o governo militar de Ernesto Geisel lançava o Plano Nacional de Racionamento de Combustíveis.

Como o Brasil comprava petróleo de outros países, a crise iniciada em 1973 fez o preço do combustível subir às alturas, e em 1976 o governo resolveu adotar medidas práticas para conter o consumo: os postos de combustível ficavam fechados entre as 18h de sexta-feira e as 6h da segunda-feira. Além disso, nas estradas, a velocidade máxima foi regulamentada a 80Km/h (onde se obtém a melhor média de consumo dos automóveis) e o preço dos pedágios subiu 50% nos finais de semana.

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postos fechados e falta de combustível nos EUA: o mesmo no Brasil

A frase da campanha era referência ao pensamento no futuro e nas novas gerações, nos 80Km/h das rodovias e também o respeito aos anos 1980.

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posto da BR na Rua Borges de Medeiros, no Rio de Janeiro, nos anos 1970: fechado nos finais de semana

O governo prometeu ainda incentivar o transporte coletivo. Com isso, o metrô recebeu mais recursos (em São Paulo a expansão mais forte da malha veio no final dos anos 1970), e a Prefeitura de São Paulo anunciou a compra, de uma só vez, de 192 novos ônibus elétricos, além de expandir a rede de cabos.

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trólebus e metrô em SP no final dos anos 1970

A medida ajudou a diminuir o consumo à força. Mas esse tempo passou, e em 1979 a campanha perdeu o apelo, enquanto o Brasil crescia e se tornava detentor de grandes reservas de petróleo.

O consumo nacional de etanol cresceu 17,7% no primeiro semestre deste ano, atingindo o consumo de 10,7 bilhões de litros, contra 9,1 bilhões de litros dos primeiros seis meses de 2008. Isso mostra, segundo o superintendente de Abastecimento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP), Edson Silva, que o álcool combustível vai se firmando cada vez mais como o principal combustível para carros de passeio do país. Em todo o país, circulam mais de dois milhões de automóveis com motor flexível.

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Os números também indicam muito mais do que simplesmente o aumento no consumo. Hoje, cerca de 70% dos automóveis novos vendidos no país usam a tecnologia flex fuel, e em toda a região sudeste, sul e centro oeste, abastecer com o etanol é mais vantajoso em relação a gasolina.

A elevação no consumo do etanol mostra também que o consumidor busca combustíveis alternativos e principalmente viáveis para abastecer seus veículos. O álcool tem maior poder de combustão, é mais eficiente do que a gasolina em sua queima e emite 92% de menos poluentes em relação a gasolina.

A Motor Z e os veículos alternativos já comercializados no Brasil são destaque do jornal da Globo, na série de matérias especiais “Conect”. A matéria, exibida na noite de 06 de agosto, mostra a inovação dos veículos elétricos, mais eficientes, limpos e que aos poucos estão ao alcance do consumidor.

Uma das soluções é a scooter elétrica, que tem grandes vantagens para o uso urbano em deslocamentos de curta e média distância. De fácil condução, são alimentadas por bateriais que geram energia para o motor elétrico, que fica dentro da roda.

Além da scooter elétrica Motor Z, a matéria destacou o mini-carro Reva i e como parte deste fenômeno dos transportes urbanos, a matéria também mostra com destaque o ônibus movido a hidrogênio, solução alternativa para o transporte de massa nas grandes cidades.

Veja na íntegra a matéria exibida no Jornal da Globo

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Ao comemorar seus 25 anos de fundação, a Zeppini participa da Expo Postos & Combustíveis 2009, entre os dias 16 e 18 de setembro, em São Paulo, no Expo Center Norte. A empresa irá mostrar novos produtos, e reforçar a utilidade e importância da linha ecológica, desenvolvida para evitar qualquer tipo de acidente ambiental, decorrente do uso e manipulação de combustíveis em postos de serviço.

O Departamento de Marketing da Zeppini prepara uma série de novidades para os seus clientes, distribuidores e representantes, instaladores e todo o público que visita o maior evento do setor no Brasil. “Desde o estande, a disposição dos produtos, as novidades e a comemoração dos nossos 25 anos, estarão orientados para o futuro, onde a Zeppini terá uma posição privilegiada. Hoje a linha ecológica por exemplo, é uma novidade ou uma “necessidade”, mas ela será realidade em pouco tempo nas instalações dos postos em todo o mundo”, afirma Solange Fernandez, gerente de Marketing da Zeppini.

Confira as novidades e empresas que participam da Expo Postos 2009 no site.

A iniciativa do Eletroposto no Rio de Janeiro ganhou destaque na mídia nacional. A revista Posto&Conveniência, um dos mais importantes veículos de comunicação do segmento, traz na sua última edição, uma matéria de capa sobre o “posto do futuro”.
A matéria, do jornalista Luiz Carlos Melo, detalha a tecnologia empregada no posto que foi inaugurado pela BR em junho.

A matéria foi veiculada na edição deste mês.

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O Jornal da Globo exibirá em breve uma série de matérias especiais sobre veículos limpos, que usam fontes alternativas de energia como hidrogênio e eletricidade.

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Por isso, a equipe do jornal da Globo gravou imagens e uma entrevista com o diretor Executivo da Motor Z, Paulo Rogério Fernandez, que falou sobre a tendência dos veículos limpos, e da tecnologia dos motores elétricos aplicada a soluções viáveis em motocicletas e automóveis. O executivo também comentou sobre as barreiras da falta de incentivo, como os altos impostos cobrados sobre os veículos com motor elétrico.

A Energia Z também participou da matéria com o Eletroposto, o primeiro posto público para abastecimento de veículos elétricos do país.

O material deve ser divulgado nas próximas edições do Jornal da Globo.

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Até 2013, a Petrobras investirá em projetos de energia renováveis, como alternativas para a matriz energética brasileira. O investimento será de R$ 1,4 bilhão, o que incluirá estudos e geração de energia elétrica por usinas solares, eólicas e pequenas centrais hidroelétricas para demandas locais. Com os estudos e depois, com sua construção, serão gerados milhares de empregos.

O primeiro projeto de energia eólica da empresa brasileira, recebeu investimento de R$ 6,8 milhões, no Rio Grande do Norte, para a usina de Macau, que funciona há seis anos e já produziu mais de 25 mil MWh, a emissão de aproximadamente seis mil toneladas de gás carbônico por ano. O nordeste já se tornou a região do país que mais produz energia sustentável, principalmente solar e eólica. Além de fornecer energia limpa, contribui expressivamente com a redução no consumo de água e também impactos negativos sobre a fauna e flora, no caso da energia hidrelétrica.

Em um “pacote” de investimentos anunciados esta semana, a Petrobrás anunciou que irá destinar parte de seus aportes para os segmentos de distribuição, logística, refinarias, termelétricas e extração do combustível fóssil da natureza. O montante de R$ 4,3 bilhões será investido até o ano de 2013.

com informações da revista Época e jornal O Globo

Neste domingo, o programa Olhar Digital, apresentou uma matéria muito interessante sobre veículos elétricos e o case de sucesso do Grupo Zeppini no segmento de energia solar.

A reportagem mostrou o Eletroposto construído pela Zeppini e também o trabalho da Motor Z, empresa pioneira na comercialização de veículos elétricos no Brasil. O diretor Executivo da Motor Z, Paulo Rogério Fernandez, falou sobre o abastecimento e o funcionamento das scooters elétricas, que são montadas em São Bernardo do Campo e vendidas em vários estados do Brasil. Também falou sobre a geração de energia solar, como solução para se obter energia limpa.

Acompanhe na íntegra o vídeo desta matéria, e conheça também o site do programa Olhar Digital.

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A iniciativa do Eletroposto no Rio de Janeiro é destaque na edição de julho da revista Autoesporte. Confira a matéria na íntegra:

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Em junho o consumo de álcool hidratado aumentou 26%, se comparado com o mesmo período de 2008. O consumo bateu 1,4 bilhão de litros de álcool hidratado, usado nos carros bicombustíveis e também em motores abastecidos apenas com o combustível vegetal.

Hoje, é vantajoso abastecer com álcool em 21 estados. O consumo do álcool anidro (mistura com gasolina) mantém estabilidade em torno de 500 milhões de litros por mês. Enquanto isso, no mercado veículos novos, 70% dos modelos vendidos no mercado brasileiro tem motorização flexível, o que favorece a alta do consumo.

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Projeto Container Habitat, na mostra Casa Nova 2009, em Florianópolis: no detalhe, paineis fotovoltaicos
imagem: Lívia Ferraro e Clarissa Zomer

Você já viu aqueles imensos containers que circulam em caminhões e viajam milhares de quilômetros em grandes navios? Quando estes containers são descartados, podem se tornar um problema para o espaço público e para a natureza. Mas esta solução inteligente pode ser a saída para evitar o descarte incorreto dos containers.

O projeto “Container Habitat” é uma das grandes novidades da mostra Casa Nova 2009. O evento, realizado em Florianópolis destaca soluções de arquitetura e decoração na capital catarinense, com espaço reservado ao trabalho das arquitetas Lívia Ferraro e Clarissa Debiazi Zomer.

Elas apresentam nesta entrevista alguns detalhes sobre a casa container, um projeto de moradia sustentável que inclui geração de energia solar, tratamento de esgoto, captação de águas pluviais e reaproveitamento de material usado na forma de móveis, utensílios e objetos de decoração. Clarissa e Lívia receberam o apoio da Energia Z, divisão do grupo Zeppini, dedicada a soluções de energia solar e da Universidade Federal de Santa Catarina.

As arquitetas falaram ao Blog da Zeppini sobre o seu projeto. Confira:

No que consiste o projeto da casa? É um trabalho focado em soluções de energia sustentável?

A Arquitetura sempre foi pensada a partir de princípios básicos como a estaticidade, a estabilidade e a durabilidade. As vertiginosas mudanças econômicas, sociais e culturais de hoje solicitam novas alternativas de planejamento espacial fundamentadas em conceitos como a mobilidade, a flexibilidade, a mutabilidade, a instantaneidade, a efemeridade e a reciclagem.

O Laboratório de Eficiência Energética em Edificações (LabEEE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) é parceiro deste projeto, onde toda a energia no módulo é gerada por painéis fotovoltaicos. A empresa que está sendo lançada na Mostra Casa Nova, “FERRARO Container Habitat”, pretende ainda colocar para seus clientes, opcionais como o sistema de captação de águas pluviais, sistema de tratamento de esgoto, piso em bambu laminado colado, piso de pneu reciclado e laje jardim, além de mobiliário interno e objetos de decoração. A idéia é receber a casa pronta para morar. Tudo isso aliado à alta qualidade, rapidez e custo acessível.

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Como surgiu a idéia de reaproveitar containers neste projeto?

A proximidade com o Porto de Itajaí e a “Container City” região portuária que se tornou um imenso depósito de containers sucateados representa o potencial adormecido que temos ao lado e que não podemos ignorar. A arquitetura em containers é uma realidade no mundo, porém no Brasil ainda estamos muito atrás no que se refere à mecanização e pré-fabricação na construção.

Qual é a importância dessa solução e quais elementos vocês destacam como mais importantes para o projeto?

A união do dinamismo social, praticidade, reutilização, sustentabilidade, mecanização, arquitetura e arte.

Como foi feita a instalação dos painéis na casa?

Foram utilizados 20 módulos fotovoltaicos da EPVSolar de 40Wp de potência, totalizando 800 Wp de potência instalada. Os módulos foram apoiados em estruturas de madeira, em quatro fileiras, com inclinação de 5°. Esta inclinação é variável, adaptando-se a inclinação ótima (igual à latitude local) para cada região.

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A energia solar gerada pelos painéis é suficiente para suprir a demanda da casa?

Com 800 Wp instalados, o sistema fotovoltaico é capaz de gerar, na cidade de Florianópolis, em média 83 kWh por mês, chegando até 115 kWh/mês em novembro. A geração anual seria de 1 MWh/ano.

Considerando as cargas da Casa Container, o consumo de energia elétrica estimado seria de 100 kWh/mês. Desta forma, com o sistema fotovoltaico instalado em sua cobertura, a energia gerada seria suficiente para suprir 83% de sua energia anual, sendo superior ao seu consumo nos meses de verão. Como o sistema foi projetado para estar conectado à rede elétrica pública, quando houver excedente de energia, a mesma é injetada na rede e quando a energia fotogerada for inferior ao consumo, a edificação puxará energia da rede. O sistema conectado à rede é mais ecológico do ponto de vista ambiental do que um sistema autônomo tanto por não utilizar baterias (compostas por materiais tóxicos), quanto por não necessitar ser superdimensionado a ponto de atender os meses com menores níveis de irradiação solar.

Qual é a opinião de vocês sobre a energia solar aplicada em residências? É uma solução viável para o Brasil?

A construção civil é uma atividade que consome energia tanto na fase de construção, quanto ao longo da vida útil das edificações. Os edifícios comerciais, residenciais e públicos são responsáveis por 45,2% de todo consumo de energia elétrica do Brasil (dados do Ministério de Minas e Energia: 2006). Portanto, utilizar o envelope construído para a geração de energia elétrica é uma maneira eficiente de contribuir para o desenvolvimento sustentável e a tecnologia fotovoltaica possibilita tal ação.

Cada vez mais conscientes ecologicamente, os usuários buscam por alternativas que geram menos ou nenhum impacto ambiental. No caso da energia solar, a tecnologia solar térmica, utilizada para aquecimento de água, já está bastante difundida. Já a tecnologia fotovoltaica, utilizada para geração de energia, é novidade para muitos e necessita de maior divulgação e custos mais atraentes.

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Origem dos containers

Transportar cargas com eficiência foi durante séculos um grande desafio. As grandes navegações trouxeram consigo uma pergunta que intrigou comerciantes de várias civilizações: como evitar as perdas no transporte de cargas?

Apenas em 1937, o jovem norte-americano Malcom Mc Lean, motorista e dono de uma pequena empresa de caminhões, ao observar o lento embarque de fardos de algodão no porto de Nova Iorque, teve a idéia de armazená-los e transportá-los em grandes caixas de aço que pudessem, elas próprias, serem embarcadas nos navios. Somente em 1966, o primeiro lote de 50 containers de aço saiu dos Estados Unidos rumo à Holanda.

Mc Lean fundou então a Sea-Land (depois Maersk-Sealand), tornando-a uma das pioneiras do sistema intermodal, abrangendo transporte marítimo, fluvial, ferroviário, além de terminais portuários. A idéia de transportar tudo em caixas grandes revolucionou o sistema de transporte mundial, e 95% de toda a carga que circula no mundo é transportada em containers.

Reaproveitar containers é uma tendência em todo o mundo. Os espaços são amplos, versáteis e admitem usos múltiplos. Assista um vídeo sobre o reaproveitamento destas grandes caixas metálicas e como elas podem ser usadas como moradia. com informações do Wikipedia.

Assista um vídeo sobre soluções em moradia usando containers reaproveitados:

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A Petrobras Distribuidora intensifica durante o mes de julho, na região, o programa De Olho no Combustível, com o objetivo de atestar a qualidade dos combustíveis comercializados nos postos certificados pelo programa e mostrar a importância de combater a prática da adulteração. A operação terá o apoio de quatro laboratórios móveis de Qualidade (LMQs), com técnicos especializados.

Nos postos de todo o Brasil, a Petrobras deseja fiscalizar os produtos vendidos ao consumidor final, e ainda auxiliar profissionais e donos de postos no cumprimento a legislação do setor. O Programa De Olho no Combustível foi criado em 1996 para combater a adulteração de combustível na rede de postos BR.

O monitoramento da qualidade dos combustíveis nos postos Petrobras certificados pelo programa tem permitido aos consumidores um abastecimento com segurança, minimizando os riscos de compra de combustível adulterado, avaliou, por meio da assessoria de imprensa, o diretor da Rede de Postos de Serviço da Petrobras Distribuidora, Edimario Machado.

O programa “De Olho no Combustível” cuida não só da realização em campo de testes na gasolina, óleo diesel/biodiesel e álcool comercializados nos postos Petrobras, mas também do treinamento dos responsáveis pelos serviços de armazenagem e recebimento do combustível, devolução de produtos, além da limpeza de tanques e filtros.

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Fachada do Eletroposto, inaugurado no Rio de Janeiro

A BR Distribuidora inaugurou no último dia 10 de junho, no Rio de Janeiro, o primeiro Eletroposto instalado em um posto de serviços em todo o país. Trata-se do primeiro ponto de abastecimento privado exclusivo para veículos elétricos, que começam a surgir como alternativa aos motores a combustão.

O evento teve a presença de diversos profissionais da Petrobras e BR Distribuidora, que atuam no segmento de energia e combustíveis. A inauguração do Eletroposto também contou com a participação de Carlos Zeppini, presidente do Grupo Zeppini, e Paulo Rogério Fernandez, diretor executivo do Grupo Zeppini.

Paulo Rogério Fernandez destacou o pioneirismo da iniciativa, e ressaltou que os consumidores que desejavam comprar um veículo elétrico, agora terão mais uma opção de recarregamento das bateriais. Para o executivo, não se trata apenas de uma solução pontual, mas sim uma mudança no padrão de comportamento do consumidor, que deseja usar veículos eficientes, sejam movidos a etanol, biodiesel, elétricos ou híbridos.

O Eletroposto combina a tecnologia dos painéis solares fotovoltaicos, que convertem a energia solar diretamente em energia elétrica, fonte usada como combustível para veículos.


Como funciona?

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No detalhe, terminal de recarga dos veículos elétricos

Instalado na Barra da Tijuca, na capital fluminense, o Eletroposto oferece recargas de uma a três horas para veículos movidos a eletricidade ou ainda a troca de bateriais descarregadas por um conjunto carregado. Como usa a energia solar como fonte, não há impactos negativos para o meio ambiente, e a tendência é que a idéia se espalhe pela cidade do Rio de Janeiro e também outras capitais onde estão disponíveis os veículos elétricos. Completamente recarregada, uma scooter elétrica da Motor Z, por exemplo, anda em média, 40 quilômetros, e um carro, 60 quilômetros.

A BR estima que o crescimento da demanda por fontes de energia para abastecer veículos elétrico seja 50% ao ano. No Rio de Janeiro, estima-se que circulem 300 scooters elétricas e 20 automóveis movidos a eletricidade.

Além do Eletroposto da BR, no Rio de Janeiro, a Zeppini dispõe de um Eletroposto em frente à sua fábrica, na cidade de São Bernardo do Campo, que usa a mesma tecnologia dos painéis fotovoltaicos.

Consumidor muda padrão de consumo

Em entrevista à Agência Brasil, o diretor da Rede de Postos e Serviço da BR, Edimário Oliveira Machado, disse que a vantagem de encher o tanque com energia solar é a redução do impacto ambiental, causado tanto pela produção da energia não renovável, como a proveniente do petróleo, quanto pela energia produzida por termelétricas e hidrelétricas, por exemplo.

“Quem adquire um carro elétrico, ou uma moto, está mais preocupado com a questão ambiental do que com a questão do combustível. Aqui, será usada a energia captada do sol, de resíduo zero, impacto ambiental zero, mas que neste momento vai custar mais caro”, disse Machado.

“No custo desse produto, está a preservação do planeta”, reforçou. De acordo com ele, dentro de um ou três anos, à medida que o projeto for multiplicado, a energia será mais competitiva em relação à gasolina e à energia elétrica doméstica

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Explorar todo o potencial da cana-de-açúcar no Brasil como fonte de energia ainda é um grande desafio, mesmo após 30 anos do lançamento do programa Proalcool.
Esta semana, o “II Fórum Brasil-Estados Unidos”, realizado da sede da Fecomercio, em São Paulo, tratou da importância do uso do etanol como combustível e suas vantagens competitividas em relação à gasolina e outros combustíveis fósseis.

Apesar de novas possibilidades para a redução de gás carbônico (CO2) na atmosfera, o etanol produzido por cana-de-açúcar é a solução para essa questão a curto prazo, foi uma das conclusões do fórum. Segundo o presidente do Conselho de Estudos Ambientais da Fecomercio, o etanol de milho, produzido pelos EUA, emite CO2, causando danos à camada de ozônio. Além disso, o país não deve conseguir cumprir metas para produção de etanol de milho. Outras soluções com algas só devem sair do papel em, no mínimo, 10 anos.

A participação do etanol no segmento de venda de combustíveis para automóvel deve crescer no Brasil, afirmaram os participantes do evento, reforçando que o país é responsável por 4% das emissões de poluentes na atmosfera. Hoje, cerca de 65% dos veículos vendidos no mercado nacional podem ser abastecidos com álcool.

De acordo com Paulo Sotero, diretor do Brasil Institute Woodrow Wilson International Center for Scholars, o Brasil é um país que tem a matriz energética mais limpa do planeta e biocombustível que reduz a emissão de gases nocivos à atmosfera. Segundo Sotero, com o governo Obama concordando para reduzir as emissões de CO2 existe uma grande possibilidade de existir uma parceria entre os dois países, como por exemplo a importação de etanol do Brasil.

com informações da Fecomercio

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Nesta semana alguns veículos destacaram a inauguração do primeiro posto de abastecimento de veículos elétricos do país. Houve um grande destaque por parte dos veículos impressos e online. A notícia correu os veículos em todo o país como Veja, Exame, Diário do Comércio, Folha de São Paulo, Valor Econômico e dezenas de jornais regionais e sites. Confira algumas matérias na íntegra:

Diário do Comércio e Indústria www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=9&id_noticia=288885

Veja Online www.veja.abril.com.br/noticia/brasil/petrobras-inaugura-1o-eletroposto-477476.shtml

Portal Exame www.portalexame.abril.com.br/negocios/petrobras-inaugura-primeiro-posto-recarga-veiculos-eletricos-pais-476518.html

Agência Brasil – www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/06/10/materia.2009-06-10.2340037492/view

A ALE, quarta maior distribuidora de combustíveis do País em número de postos, inaugurou a primeira base de distribuição primária no Oeste da Bahia, em Luis Eduardo Magalhães, a 906 km da capital Salvador. O novo centro vai movimentar 23 milhões de litros de combustíveis por mês e recebeu um investimento de R$ 4 milhões.

Os principais clientes da ALE serão as agroindústrias, que utilizarão os combustíveis para abastecer as máquinas e equipamentos. Nas duas principais cidades da região, Luis Eduardo Magalhães e Barreiras, existem mais de 2 milhões de hectares cultiváveis, o que gera um consumo de até 40 milhões de litros de combustível por mês. Além deles, os postos do Piauí, Tocantins, Bahia e Goiás também serão atendidos.

com informações da Agência Investimentos e Notícias.

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Acordo de aquisição com a empresa gaúcha irá fortalecer o conjunto de soluções oferecidas pela Zeppini no segmento de equipamentos para postos;

A Zeppini, líder na fabricação de equipamentos para postos de serviço e a Joape, empresa de equipamentos industriais, com sede em Santo Antonio da Patrulha/RS, anunciam acordo que resultou na aquisição por parte da Zeppini de todos os ativos direcionados para o mercado de postos de serviço.

O processo de aquisição junto a empresa gaúcha tem como finalidade reforçar o conjunto de soluções oferecidas pela Zeppini desde 1984.

Com o acordo, os produtos utilizados em postos de serviço produzidos pela Joape, passam a integrar o catálogo de equipamentos da Zeppini, proporcionando benefícios comerciais, logísticos, pós vendas entre outros.

“O acordo é o resultado do desejo de ambas as empresas de concentrar os seus esforços no núcleo de seus negócios. Por um lado, a Joape poderá solidificar sua posição no mercado de climatizadores e a Zeppini no seu mercado de origem, que é o de equipamentos para postos.”, explica Paulo Rogério Fernandez, diretor Executivo do Grupo Zeppini.

De acordo com o executivo, os ativos recém adquiridos além de complementar a linha de equipamentos subterrâneos, gerando natural sinergia entre eles, reforçam as posições em acessórios de uso geral: “a estratégia para o mercado internacional também foi considerada, já que os equipamentos são aplicados em diversos outros países onde já dispomos de canais comerciais estabelecidos”, completa Fernandez.

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English

Zeppini announces agreement with the company Joape

The acquisition of Joape’s assets will reinforce Zeppini’s full range
of products for Petrol Stations

Zeppini, a leading manufacturer of Petrol Station Equipments located in Brazil and Joape, an Industrial Manufacturing announces a business agreement which resulted in the acquisition by Zeppini of all Joape’s assets related to Petrol Station business. This acquisition came to complete even more the full range of solutions Zeppini has been supplying since 1984.

With this agreement the products manufactured by Joape like Overfill Prevent Valves and Pressure & Vacuum Valves, will be included in the Zeppini line of products bringing benefits in logistics, after sales and warranties to Zeppini’s customers worldwide.

“This agreement is the result of both companies plans to focus efforts in their core business. Joape will solidify its position in the market of Cooling Systems and Zeppini in the market of Petrol Station Equipments”, explains Mr Paulo Rogério Fernandez, Zeppini’s Executive Director.

According to Mr. Fernandez, “besides complementing the UST line of products, these assets will create more synergy among them and reinforce Zeppini’s growth in the line of accessories. This strategy will be applied all over the world through our distributors and representatives network in over 70 countries which is growing every day.”

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Ontem durante audiência pública na Comissão de Meio Ambiente, o Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) discutiu medidas para aumentar o porcentual do álcool e do biodiesel na mistura da gasolina e do óleo diesel.

Segundo Carlo Minc, ministro do Meio Ambiente, a iniciativa será responsável por reduzir em 800 mil toneladas a emissão de CO2 por ano no país.

Na audiência Minc, afirmou que o Rio de Janeiro obteve uma redução de 40% das emissões de CO2 ao aumentar o porcentual de energias “limpas” nos combustíveis e ao implementar a inspeção veicular. Essa discussão está incluída entre as medidas necessárias da área climática.

A Ticket Car divulgou no último dia 15 de maio, um levantamento, onde concluiu que os preços do litro do álcool e da gasolina foram os menores do país no estado de São Paulo. Os preços ficaram em R$ 1,295 para o álcool e R$ 2,451 para o litro de gasolina. Porém, na cidade de São paulo, alguns postos vendem o litro do combustível vegetal por até R$ 1,09 e o de gasolina por R$ 2,19.

Esse valores ficaram bem abaixo da média nacional que, para a gasolina ficou em R$2,682, e para o álcool R$ 1,809. No mês passado, o estado do Acre foi o lugar que cobrou mais caro pela gasolina, R$ 3,022 e o Pará cobrou mais caro pelo álcool, R$ 2,215. A culpa é da logístitca complicada de se fazer o combustível líquido chegar aos lugares mais distantes. Já Minas Gerais liderou o ranking do litro de diesel mais barato do país, vendido a R$ 2,087 o litro.

http://economia.uol.com.br/ultnot/infomoney/2009/05/18/ult4040u19392.jhtm

petrobras

Após a assinatura de um memorando pela Petrobrás e pelo grupo japonês Mitsui, o Ceará poderá ser sede de uma nova refinaria da empresa brasileira, que se chamará Premium 2. O acordo prevê a possibilidade de uma associação do grupo com a Petrobrás com a empresa japonesa.

Por enquanto, o acordo é apenas um estudo para analisar a viabilidade da participação da Mitsui no projeto. A construção da refinaria Premium 2, que terá capacidade de processar até 300 mil barris de petróleo por dia, já está incluída nos planos estratégicos da petrolífera e deve iniciar as operações em 2013.

O grupo Mitsui pode ainda participar da construção de uma refinaria no Maranhão, que junto com a unidade no Ceará, irá produzir derivados de petróleo destinados à exportação. O presidente Lula já sancionou o memorando, que agora seguirá para o estudo das duas empresas.

  oleo na pista
A divulgação pela Imprensa sobre o fechamento de postos de combustíveis na capital paulista traz um tema importante para a luz dos holofotes: os possíveis riscos ambientais dessa atividade.

Estatísticas não oficiais apontam que mais de 70% das instalações de postos de combustíveis no Brasil não estão devidamente adequadas às leis ambientais.

Porém, o fato preocupante não está relacionado apenas ao cumprimento da legislação em vigor desde 2001, com a resolução 273 do Conama, mas também com o preço que a sociedade paga caso aconteça qualquer problema de vazamento do combustível.

Consumidor está atento

Engana-se quem pensa que somente as autoridades cobram ações dos donos de postos em relação à adequação ambiental.

A fiscalização é rigorosa, mas o consumidor é quem destaca-se nesse processo, atento para que o posto de combustível que usa rotineiramente também seja “ecologicamente amigável”.

Todo consumidor cobrará essa postura de forma cada vez mais intensa, para que o posto de combustível atenda a um padrão de comportamento sustentável e eficiente. Alinhada ao seu próprio comportamento.

É crescente a mudança de perfil. A cada dia, um número maior de cidadãos modificam o seu comportamento. Atos como usar uma caneca de louça e deixar os copos plásticos, evitar usar o automóvel desnecessariamente, comprar produtos de origem certificada, têm feito parte desta nova rotina. E, esse processo é irreversível.

No caso de Postos de combustível, a presença de equipamentos antigos, resquícios de óleo na pista, falta de conservação nas instalações denunciam a possibilidade de problemas. E, disso o consumidor que está cada vez mais consciente e seletivo quer distância.

A sociedade paga a conta

O grande problema e o alto custo para a sociedade em caso de vazamento desse combustível. É ela que será diretamente penalizada.

Toda vez que um pouco de combustível penetra no solo e contamina lençóis freáticos ou aqüíferos o custo pode ser incalculável. Se esse mesmo posto de combustível estiver instalado próximo a uma área de manancial, rio, nascente, qualquer corpo hídrico, os danos podem ser ainda maiores

Recentemente um posto, na Bahia, foi fechado após constatação do vazamento. Os vizinhos perceberam que a água do chuveiro tinha cheiro de gasolina.

No Rio de Janeiro, o vazamento de combustível fez com que gasolina e óleo fossem parar no poço de elevadores.

Em regiões urbanas, alem dos danos ambientais, outros relacionados à segurança destacam ainda mais o problema. Já que tais vazamentos podem atingir diversos pontos de confinamento como garagens subterrâneas, metrô, instalações públicas, etc.

Custo ou investimento?

Investir na adequação dos postos é uma atitude inteligente.

Usar equipamentos de alta tecnologia, testados, aprovados, é garantia de operação eficiente associada a segurança ambiental.

Tanques com dupla proteção, câmaras de contenção, linhas hidráulicas de grande durabilidade, sistemas de tratamento de efluentes entre outros podem reduzir significativamente a possibilidade de qualquer contaminação, alem de tornar a atividade segura.

Esse investimento é a garantia de que a atividade econômica daquele ponto continuará existindo, sem oferecer riscos e totalmente integrada aos padrões de comportamento dos seus clientes / usuários.

Clique no link e confira a matéria que foi ao ar pelo jornal SPTV da Rede Globo:

http://sptv.globo.com/Jornalismo/SPTV/0,,MUL1099772-16574,00-CETESB+FECHA+POSTOS+DE+COMBUSTIVEL.html

Álcool e gasolina também devem registrar quedas nos próximos meses.
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O valor do Gás Natural Veicular (GNV), provavelmente, terá seu preço reduzido no início de junho deste ano, na região metropolitana de São Paulo. A previsão é de que o GNV tenha uma redução de 15% a 20% no preço final. Sendo assim, o produto poderá competir nos postos com a gasolina e o álcool, por causa do preço mais baixo.

Segundo Rosalino Fernandes, presidente da Associação Latino-Americana de GNV, “em meados de 2007 até agora, o preço teve aumentos substanciais, o que levou muitas pessoas a abandonarem o gás veicular”, disse. A entidade admite não ter controle sobre o preço, que é regulado pela Arsesp (Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo), mas afirma que o valor pode “despencar”, já que apresentou à agência uma planilha de custos mostrando a necessidade de diminuição, para melhorar a demanda. O álcool, que está em plena safra, já teve o preço reduzido em média 15% em São Paulo, e é vendido pelo preço médio de R$ 1,29. A gasolina teve o preço reduzido, porém em valores menos significativos, já que 25% de álcool é adicionado ao combustível derivado de petróleo.

Impostos cobrados sobre o GNV

O GNV da Comgás é vendido aos distribuidores por R$ 1,12. Sobre esse valor, são incluídas margens de lucro por distribuidores e pelos postos de combustíveis, além de impostos, aumentando ainda mais o preço final. De acordo com a ANP (Agência Nacional do Petróleo) para o Estado paulista, o produto chega ao consumidor por R$ 1,72, bem mais do que o valor cobrado na origem. No Rio de Janeiro, por exemplo, o valor para o consumidor final é R$ 1,53. Portanto, se for reduzido o preço do gás veicular, os consumidores passarão a utilizar com mais frequência o combustível.

A entrevista de Paulo Rogério Fernandes, as novidades do Grupo Zeppini em negócios sustentáveis e também o pioneirismo da Motor Z são destaque na revista Brasil Sustentável (Editora Três) deste bimestre. A matéria detalha as ações do Grupo Zeppini, e os planos da empresa na diversificação dos seus negócios que corre na direção da sustentabilidade, da obtenção de energia limpa e novos conceitos em transportes eficientes.

Confira a entrevista na íntegra,

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